VIVA AS BRUXAS!

“Descobrir de onde veio a vida,
Por onde entrei deve haver uma saída;
Mas tudo fica sustentado pela fé,
Na verdade ninguém sabe o que é.

Meninas são bruxas e fadas,
Palhaço é um homem todo pintado de piadas…
Céu azul é o telhado do mundo inteiro,
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro.”

In: Eu Não Sei Na Verdade Quem Eu Sou – de O Teatro Mágico

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NENHUM ASSÉDIO DEVE SER TOLERADO

“Nós somos ásperos por força do hábito,
Trazemos o sangue muito quente.
Vivemos de migalhas, promessas e batalhas,
Estamos rindo de nervosos.
Cobertos de feridas num beco sem saída,
No entanto o coração palpita.

Estamos lúcidos, atentos com fôlego,
Armados de fé até os dentes.
Truques, acrobacias, palhaços e magias,
Estamos vivos de teimosos.
Circo de marionetes, chuva de canivetes
No entanto o coração se agita.”

In: Circo de Marionetes – Almôndegas

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A INFAME ATRIZ E A GROTESCA JORNALISTA

Êh, vida, vida, que amor brincadeira, à vera.
Eles se amaram de qualquer maneira, à vera.
Qualquer maneira de amor vale à pena,
Qualquer maneira de amor vale amar
.

Pena, que pena, que coisa bonita, diga,
Qual a palavra que nunca foi dita, diga,
Qualquer maneira de amor vale aquela.
Qualquer maneira de amor vale amar
.

Qualquer maneira de amor vale à pena.
Qualquer maneira de amor valerá
.”

In: Paula e Bebeto – de Milton Nascimento

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VOCÊ SABE O QUE É UTOPIA?

“Quero a utopia, quero tudo e mais;
Quero a felicidade nos olhos de um pai;
Quero a alegria muita gente feliz,
Quero que a justiça reine em meu país.
Quero a liberdade, quero o vinho e o pão;
Quero ser amizade, quero amor, prazer;
Quero nossa cidade sempre ensolarada, 
Os meninos e o povo no poder, eu quero ver.

In: Coração Civil – de Milton Nascimento

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VOCÊ TEME MORRER? LEIA O TEXTO A SEGUIR.

“Estamos na mesma rua, da rua onde você mora.
Eles mutilaram seu corpo e mataram seu cérebro,
O que mais eles poderiam fazer? Eles empilharam a dor,
Mas sua alma não está lá onde deveria estar.
Nos últimos cinquenta anos, eles procuraram por isso.

Liberdade, oh liberdade. Livre de necessidade.
Eu odeio te dizer, senhor, mas apenas homens mortos são livres.
Envie-me um pouco de amor; não me diga mentiras.
Jogue a arma na sarjeta e siga em frente.
Acorde, pequena Suzie; Vamos passear de carro,
Atravesse o rio Trinity; vamos manter a esperança viva.”

In: Murder Most Foul – de Bob Dylan

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