“Deixe em paz meu coração,
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não,
Pode ser a gota d’água.”
In: Gota d’Água – de Chico Buarque
Continuar lendo“Deixe em paz meu coração,
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não,
Pode ser a gota d’água.”
In: Gota d’Água – de Chico Buarque
Continuar lendo“Estava aqui tentando entender
Por que o ser humano gosta tanto de poder?
Alguns roubam sem pensar e se importar,
Fazendo nosso povo sofrer e agonizar.
A manhã de vocês é burlar e infringir,
Fazendo chorar quem se esforça pra sorrir.”
In: Ladrões – de Marcelo Falcão
Continuar lendo“Coleciono parceiros na caminhada.
Inimigos não coleciono,
não me relaciono,
não me emociono.
Por eles não sinto nada.”
In: Pra Não Dizer Que Não Falei do Ódio – de Projota
Continuar lendo“Deixa de arrastar o teu tamanco
Pois tamanco nunca foi sandália
E tira do pescoço o lenço branco
Compra sapato e gravata
Joga fora esta navalha que te atrapalha.”
In: Rapaz Folgado – de Noel Rosa
Continuar lendo“Quero soltar bombas no Congresso.
Fumo Hollywood para o meu sucesso.
Sempre assisto à rede Globo
Com uma arma na mão.
Se aparece o Francisco Cuoco
Adeus televisão.”
In: Psicopata – de Capital Inicial
Continuar lendo“Eu sou frio como gelo,
Frieza em forma latente.
Olhar que enxerga o medo,
Estratégia oculta na mente.
Manipulação, é arte,
Sua decepção, faz parte.”
In: Rap da Psicopatia – de Felícia Rock
Continuar lendo“Você não é o primeiro
Que hoje vem pra me falar
Que anda procurando jeito,
Um jeito de desabafar.
As mesmas palavras,
O mesmo problema,
A mesma dor em todo lugar,
Que tem isso e tem aquilo,
Eu não ando mais tranquilo
Só de ouvir reclamação.”
In: Reclamação – de Paulinho da Viola
Continuar lendo“Na verdade a mão escrava
Passava a vida limpando
O que o branco sujava, ê.
Imagina só
O que o branco sujava, ê.
Imagina só
O que o negro pensava, ê.
Mesmo depois de abolida a escravidão,
Negra é a mão
De quem faz a limpeza,
Lavando a roupa encardida, esfregando o chão.
Negra é a mão
É a mão da pureza.”
In: A Mão da Limpeza – de Gilberto Gil
Continuar lendo“Eu sei que determinada rua que eu já passei,
Não tornará a ouvir o som dos meus passos.
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos
E que nunca mais eu vou abrir.
Cada vez que eu me despeço de uma pessoa,
Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez.
A morte, surda, caminha ao meu lado
E eu não sei em que esquina ela vai me beijar.”
In: Canto Para a Minha Morte – de Raul Seixas
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“Como água no deserto
Procurei seu passo incerto
Pra me aproximar
A tempo.
O seu código de guerra
E a certeza que te cerca
Me fazem ficar atento.
Não me importa a sua crença,
Eu quero a diferença
Que me faz te olhar
De frente.”
In: Tolerância – de Ana Carolina
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