“Eu que tenho medo até de suas mãos…
Mas o ódio cega e você não percebe,
Mas o ódio cega.
E eu que tenho medo até do seu olhar…
Mas o ódio cega e você não percebe,
Mas o ódio cega.
A lembrança do silêncio daquelas tardes…
Daquelas tardes.
A vergonha do espelho naquelas marcas…
Naquelas marcas.
Havia algo de insano naqueles olhos,
Olhos insanos…
Os olhos que passavam o dia a me vigiar, a me vigiar…”
In: Camila, Camila – de Nenhum de Nós
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