AS APARÊNCIAS NUNCA ENGANAM

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“A violência está em todo lugar.
Não é por causa do álcool,
Nem é por causa das drogas.
A violência é nossa vizinha.
Não é só por culpa sua,
Nem é só por culpa minha.
Violência gera violência.
Violência doméstica violência cotidiana,
São gemidos de dor todo mundo se engana.
Você não tem o que fazer saia pra rua
Pra quebrar minha cabeça ou pra que quebrem a sua.

In: Violência – de Titãs

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MEDO DE MORRER, VOCÊ TEM?

Imagem Movimento Medo

“Eu sei que determinada rua que eu já passei,
Não tornará a ouvir o som dos meus passos.
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos
E que nunca mais eu vou abrir.
Cada vez que eu me despeço de uma pessoa,
Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez.
A morte, surda, caminha ao meu lado
E eu não sei em que esquina ela vai me beijar.”

In: Canto Para a Minha Morte – de Raul Seixas

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A HORA E A VEZ

imagem movimento mãos separando

“Vê quantas voltas tem que dar o amor.
Fica com medo de querer chegar.
Paga promessa que não fez,
Diz a verdade ao mentir
E não tem volta não, volta não.
Olha no espelho e só vê o amor.
Agora sabe que perdeu a paz.
Jogou o laço e se prendeu,
O inesperado aconteceu.
A vez da caça e a hora do caçador.”

In: A Hora e a Vez – Boca Livre

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QUE VIVAM AS BRUXAS!


Imagem Movimento Bruxa

“Descobrir de onde veio a vida,
Por onde entrei deve haver uma saída;
Mas tudo fica sustentado pela fé,
Na verdade ninguém sabe o que é.

Meninas são bruxas e fadas,
Palhaço é um homem todo pintado de piadas…
Céu azul é o telhado do mundo inteiro,
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro.”

In: Eu Não Sei Na Verdade Quem Eu Sou – de O Teatro Mágico

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A PERVERSIDADE NOS ESPREITA

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“Desconfiai do mais trivial, na aparência singela.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente:
não aceiteis o que é de hábito como coisa natural,
pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada,
de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada,
nada deve parecer natural.
Nada deve parecer impossível de mudar.”

In: Nada é Impossível de Mudar – de Bertold Brecht

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