JUSTIÇA PARA HENRY BOREL

Henri Borel

“Eu que tenho medo até de suas mãos…
Mas o ódio cega e você não percebe,
Mas o ódio cega.

E eu que tenho medo até do seu olhar…
Mas o ódio cega e você não percebe,
Mas o ódio cega.

A lembrança do silêncio daquelas tardes…
Daquelas tardes.
A vergonha do espelho naquelas marcas…
Naquelas marcas.
Havia algo de insano naqueles olhos,
Olhos insanos…
Os olhos que passavam o dia a me vigiar, a me vigiar…”

In: Camila, Camila – de Nenhum de Nós

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A PERVERSIDADE INUNDA O BRASIL

Imagem Movimento Mulher Correndo Medo

“Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente:
não aceiteis o que é de hábito como coisa natural,
pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada,
de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada,
nada deve parecer natural.
Nada deve parecer impossível de mudar.”

In: Nada é Impossível de Mudar – de Bertold Brecht

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